A Gentileza de um Desconhecido

Os melhores jogos online (ou com modos online) são aqueles que são desenhados para proporcionar momentos de cooperação espontânea. Ou seja, pensados para ser jogados a solo, mas de uma forma em que o nosso destino inevitavelmente se cruze com o de outros jogadores.

A maioria dos MMOs modernos funciona assim. Mesmo há 15 anos, poucos momentos eram mais fantásticos em World of Warcraft do que salvar um desconhecido (ou ser salvo por um) de uma emboscada inimiga. Mas mesmo o simples gesto de curar ou abençoar um estranho com que nos cruzávamos na estrada fazia o coração sorrir. No WoW moderno, estas situações são menos comuns, mas não impossíveis.

Mas o expoente máximo disso é, provavelmente, a série Dark Souls. São jogos que exigem mestria da parte do jogador, que não perdoam erros… A menos que… Encontremos a marca deixada pelo espírito de um outro jogador, pronta a ajudar-nos com informação acerca dos perigos que se avizinham, ou mesmo com uma mão espiritual para combater ao nosso lado. Até na morte, estes espíritos são generosos – podemos assistir aos seus momentos finais, e tentar deduzir o que os finou.

Não dá para combinar jogar Dark Souls com um amigo, pelo menos não sem grandes artimanhas. E isso é de propósito. Quem fez esses jogos não deixou nada ao acaso. A mensagem é poderosa: nos momentos mais negros, não há bálsamo como a ajuda inesperada de um desconhecido.

Imagem: Gotham Game Chronicles Flickr via Compfight cc
ene3cast 128 - Prey, Sonic Mania e World of Warcraft
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Moda em Azeroth, Presas Pouco Versáteis e Ouriços Com Mania (ene3cast, episódio 128)

No nosso último (prometemos !) episódio sem Daniel, os irmãos Magalhães falam de jogos novos, quase novos, e muito velhos.

Porque é que é parte do charme de Sonic Mania passa pelo facto de muitos níveis serem remixes de zonas antigas? Prey dará assim tanta liberdade ao jogador como o seu pedigree sugere? E como é que o novo evento de World of Warcraft consegue finalmente colocar os seus jogadores a socializar mais ?

Respondemos a tudo isto – e ainda falamos das notícias da actualidade!

Apoia o programa comprando os jogos deste episódio através da Amazon.co.uk – mais barato do que em Portugal!

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Música deste episódio por Shiryu Music

ene3cast 126 - Super Espectáculo dos Irmãos Magalhães
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O Super Espectáculo dos Irmãos Magalhães! (ene3cast, episódio 126)

Na ausência do co-anfitrião daniel Costa, cabe aos irmãos Magalhães levar este episódio a bom porto.

Os novos Doom e Wolfenstein traçam um bom caminho para os FPS modernos?

Tal como o World of Warcraft é para o Luís, quais são outros jogos que continuamos a jogar vezes sem conta, pondo de lado experiências novas? E porquê?

E o remaster de Final Fantasy XII faz-nos perguntar: será que mesmo os melhores jogos das anteriores gerações conseguiram envelhecer bem?

Estas perguntas, e as mais recentes notícias do mundo dos videojogos, só neste programa! E a introdução de uma nova secção para finalizar…

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ene3cast - Episódio 80 - O Rato de 12 Botões Está Obsoleto!
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ene3cast – Episódio 80 – O Rato de 12 Botões Está Obsoleto!

O céu está a cair! O céu está a cair! Ou pelo menos assim parece quando se fala durante 20 minutos acerca de um certo jogo de cartas coleccionáveis da Blizzard num ene3cast… Mas isso não é estranho? Não vêem o insólito?

É que desta vez, quem está a jogar Hearthstone não é nem mais nem menos que o co-anfitrião Daniel Costa, de volta de licença de parto (parabéns!) e a valer-se do bom do tablet Android para conseguir jogar o que se arranja aqui e ali. Com Hearthstone, está em muito boa companhia – embora Luís Magalhães tenha que combater a ideia de que é um jogo em que se paga para ganhar!

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ene3cast
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ene3cast – Episódio 76 – O Que Ganhamos ao Jogar

Num episódio mais curto do ene3cast, o Luís e o Daniel explicam os frutos que colheram no decorrer das suas carreiras como jogadores, as capacidades que os videojogos ajudaram a potenciar e como este meio acabou por se fundir com as suas personalidades e ideologias. Identificam-se com algum dos pontos discutidos neste episódio?

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O Poderoso Número 70

Acompanhados pelo convidado especial Jorge Charneca, o Luís e o Daniel discutem promessas cumpridas e falhadas de Kickstarter, com Bloodstained de um lado e Mighty Number 9 de outro, bem como uma variedade de outros jogos, deste o excesso FPS de Doom à arte nipónica de Odin Sphere. É um novo ENE3CAST!

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Aparte

O Tempo é um Círculo Plano: Como a Blizzard Vive Entre Passado e Futuro

“Time Is A Flat Circle” é o nome da conquista que se alcança ao matar o último boss da expansão Warlords of Draenor (WoD), de World of Warcraft.

É uma expressão merecida: os jogadores acabaram de matar o demónio Archimonde, pela terceira vez desde a sua estreia como boss final de Warcraft III em 2002.

Os argumentistas da Blizzard começaram a brincar com o conceito de viagens no tempo e dimensões paralelas alternativas no universo de Warcraft desde a segunda expansão do jogo, em 2007, e nesta levaram finalmente o plano à sua conclusão lógica.

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